‘Veja S. Paulo publica crítica sobre Paralela 2010’

A revista Veja São Paulo desta semana traz uma crítica sobre a ‘Paralela 2010’. O jornalista Jonas Lopes – que classificou a exposição como ‘boa’ – disse que é um “mergulho profundo na produção brasileira contemporânea” e que “há muita coisa a apreciar” na mostra.

Veja a crítica na íntegra:

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Sobre paralela10

Em sua 5ª edição, a mostra reúne 82 artistas no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, entre 22 de setembro a 28 de novembro de 2010, sob a curadoria de Paulo Reis
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Uma resposta para ‘Veja S. Paulo publica crítica sobre Paralela 2010’

  1. Caio disse:

    Mas, isso é uma “crítica” de arte? Se for, é realmente um dado um tanto concreto de que realmente a propalada afirmação “a crítica morreu” se faz verdadeira. A única coisa realmente interessante dita aí pelo jornalista é que este título extremamente ambígüo, para não dizer “lugar-comum”, dado pelo curador – “A contemplação do mundo” – é capaz de abarcar tudo e nada ao mesmo tempo (ou seja, seria melhor se não tivesse título algum, sinceramente). E o curador ainda vem justificar isso com base num livro do grande teórico Michel Maffesoli!… Mas, para quê? Afirmação de um discurso teórico respeitável para um trabalho que, nitidamente, parece ter sido tão feito tão “às pressas” como essa curadoria?
    Ora, a verdade seja dita — e fico pensando onde estão os críticos e outros curadores brasileiros nessa hora, que se emudecem todos diante da importância e fama dessa mostra mercadológica (óbvio, ninguém quer comprar briga com as mais poderosas instâncias legitimadoras da arte atual: as galerias de arte renomadas). Ora, não há linha curatorial alguma explícita aqui, ao contrário das edições anteriores da mostra Paralela, especialmente da última (2008). Há, no máximo, um “desejo” curatorial, mas não é possível observar nenhum fio condutor em toda a exposição, completamente confusa, extremamente mal montada, com uma seleção criticável e repleta de trabalhos irregulares (algumas, bem poucas na verdade, são obras de fôlego: eu destacaria apenas nomes, em geral, já estabelecidos no circuito, como Iran do Espírito Santo, a dupla Dias & Riedweg, Cao Guimarães, Laura Vinci, Rosana Ricalde, Marcelo Moschetta e muito poucos outros…).
    É, sem dúvida, a pior edição da mostra Paralela! Acompanhei atentamente a todas, e fiquei realmente muito decepcionado com essa mostra, cujo único mérito, de fato, foi “não repetir” os artistas que já estão sendo exibidos na Bienal. Fica aqui a minha crítica, esperando ver uma curadoria e, principalmente, uma mostra de qualidade na próxima edição em 2012.
    Caio F. (professor de História da Arte Contemporânea)

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